Puba: inovação baiana que transforma desafios do campo em produtividade

Nascida na Bahia e guiada pela ciência, a Puba Bioindústria de Insumos vem desenvolvendo tecnologias voltadas para uma agricultura mais eficiente, sustentável e adaptada às condições do semiárido brasileiro. A empresa atua na criação de bioinsumos inovadores que auxiliam produtores a enfrentar alguns dos principais desafios da produção agrícola moderna: perdas causadas pelo excesso de radiação solar, desuniformidade na colheita e degradação da qualidade do solo.

Com forte investimento em pesquisa, biotecnologia e nanotecnologia, a Puba tem desenvolvido soluções especialmente direcionadas para culturas estratégicas do Oeste baiano e de outras regiões produtoras do país, como manga, uva, abacaxi e melão.

Entre as tecnologias em destaque está o Puba Cronos, um bioindutor vegetal criado para auxiliar nos processos fisiológicos relacionados à floração, formação e amadurecimento dos frutos. O objetivo é promover maior uniformidade da produção, sincronizar a colheita e aumentar o valor comercial dos frutos. Segundo resultados obtidos em campo, o uso da tecnologia pode contribuir para frutos maiores, mais pesados e com melhor padrão comercial.

Outro destaque é o PlantProtek, fotoprotetor vegetal desenvolvido para reduzir os danos causados pelo excesso de radiação solar e pelo estresse térmico. Em regiões de altas temperaturas, como o Oeste da Bahia, queimaduras em frutos podem comprometer significativamente a produtividade e a qualidade final da produção. A tecnologia atua protegendo folhas e frutos sem comprometer a fotossíntese, ajudando o produtor a reduzir perdas e aumentar a rentabilidade. Entre seus diferenciais estão a transparência sobre os frutos, a ausência de resíduos visíveis e a compatibilidade com práticas agrícolas sustentáveis.

A empresa também aposta em soluções voltadas para a saúde do solo, como o Biochar Puba, um condicionador produzido a partir de biomassa vegetal. O produto contribui para a retenção de água, melhora a eficiência dos fertilizantes, favorece a atividade microbiológica e auxilia no desenvolvimento radicular das plantas, promovendo uma agricultura mais regenerativa.

Para a CEO e fundadora da Puba, Táris Maria, a inovação no agro precisa estar conectada às necessidades reais do produtor. “Nosso propósito é desenvolver tecnologias que ajudem a produzir mais e melhor, reduzindo perdas e aumentando a sustentabilidade dos sistemas agrícolas. Queremos que a ciência chegue efetivamente ao campo e gere impacto positivo para quem produz”, destaca.

Com parcerias estratégicas com universidades, instituições de pesquisa e empresas do setor, a Puba representa uma nova geração de deeptechs brasileiras, capazes de transformar conhecimento científico em soluções práticas para o agronegócio.

Em um cenário em que o Oeste baiano se consolida como uma das regiões agrícolas mais importantes do país, iniciativas como a da Puba reforçam o papel da inovação como ferramenta essencial para aumentar a competitividade, agregar valor à produção e construir uma agricultura mais resiliente diante dos desafios climáticos do futuro.

Mais flor. Mais cor. Mais proteção. Mais mercado. Esse é o compromisso da Puba com os produtores que movem o agro brasileiro.

Da redação Capital do Oeste

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